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A Quarta E Rocambolesca Casamento De Sara Montiel

    A Quarta E Rocambolesca Casamento De Sara Montiel 1

    Neste estado se casar ou morrer é complicadísimo, há que fazer um monte de papéis”, citou a Montiel, sem corar ou cair a cara de desonra. Seus filhos aprenderam casamento na imprensa. “Mas, portanto, o que vamos hoje?

    Explicação pros convidados. Birras à cota, o certo é que Sara Montiel (setenta e quatro anos) sim, foi casado pelo civil com o seu afeto cubano, Tony Hernandez (36), pela presença da filha de Tony, que neste momento está em Madrid. O direito é que hoje, por volta das oito, serão levados a sobremesa esta rocambolesca casamento cheia de mentiras e truques de quinta.

    Olho à minha volta e eu estou sozinho. Ninguém é conhecido. Nem mesmo aquela mulher com quem me caso em esse espaço, de imediato tenebroso. Não é a mesma. Soube nada mais vê-la aparecer. Onde está o seu olhar? Por que se mostra tão fria e ausente de vida? Tento sorrir sem pretexto, porém somente o desejo por acordar deste pesadelo encoraja-me a continuar com teu casamento, sempre que uma voz sem corpo nem ao menos alma me devolve à realidade: – A morte não podes destacar-nos, minha existência. Isso não é um sonho. Quando me chama de puta, me gela o sangue. E pensar que em nosso casamento me olhava encantado, terno como nunca.

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    4. Alicante 330 525
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    o que monstro transformou-se; em que eu me tornei eu? Acho que ele quis. Depois da surra me doem as feridas e o sangue, todavia onde mais sinto agonia é na alma. Quando o anoitecer pairava sobre o assunto nossas cabeças, o Sol e a lua se engalanaban com seus melhores trajes.

    Aquele era um estágio profético, um instante designado por antigos druidas.Era o dia em que o dia e a noite sairiam de casamento. Era o término dos dias. Desde deste modo, o homem viveria em eterna escuridão, à névoa eterna e absoluta. No mais recondito de nossas almas, … será que isto aconteceria mais cedo ou mais tarde.

    O Sol encaixou o anel no dedo da lua. O casamento acabou, e com ela, o planeta se desfez em confetí. Tudo, absolutamente tudo, acabou. Na esquina de minha estrada, eu conheci um afiador obeso que levava a aflição no rosto. Contou-Me tua história.

    à Espera da noiva no dia de seu casamento, cuidado e orgulho, ela não se apresentou na igreja. Desolado, dirigiu-se ao deleite seguido pelos convidados. Lá pediu o bolo de casamento de sete andares e comeu pedaço a pedaço, perante o observar pávido de assistentes, que montavam um imenso corro, até acabar com os bonequinhos dos noivos, tragándose assim sendo a tua pena. E enriquece de golpe, sempre que a gente fugia despavorida.

    Depois guardou a faca longa, que traz consigo e afia a no momento em que vê um casal se beijando. NOOooooo acordou homem, surpreso. Muito amedrontado. Olho a hora no relógio de cabeceira. As quatro. Reparou na imagem de casamento que pendia próximo ao armário.

    Então se perguntou quem seriam aquelas duas pessoas em cor sépia congeladas para sempre naquela rigidez de estudo do pós-luta. Porventura, não lhe olhavam para ele? Pela manhã, ele acordou e só uma coisa lhe recordava o sentimento de angustía da noite.

    Ao lado do armário, a respeito do papel de parede obscurecida pela passagem do tempo, ficava a marca onde deveria pendurar um quadro. Nada pendia ao lado do armário. O baile acabara; a orquestra nesse momento abordado sem entusiasmo os momentos de Paquito o Chocolateiro, em um esforçado encerramento de comemoração.

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